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na unha

caralho, por essa eu não esperava…

já tinha ouvido falar em beijo roubado, não em gargalhada. acho que a última vez nem faz tanto tempo (Dr. McNinja, umas entradas atrás) mas minha disposição e bom humor tão sob pressão ultimamente, então fui surpreendido enquanto investigava o link num blog irmão (primo? contraparente?) deste e descobri o trampo do Caracciolo.

não precisa acreditar em mim, não, véio.

Nanquim na unha procês aí. scroll down até a entrada ‘bat-bobeirinha de terça-feira’ que tudo fica claro.

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Dr. McNinja

às vezes a gente esquece das coisas simples e boas da vida.

uma refeição saborosa e nutritiva (ia escrever ‘um cigarro depois da comida com o indissociável café’ mas tou tentando diminuir, então…). uma bebida quente num dia frio ou fria num dia quente. estar adequadamente vestido mesmo pras situações mais inesperadas (uma invasão reticulana, por exemplo, sem óculos escuros) ou pra todos os microclimas espalhados entre a residência e o trampo no mundo secular.

acho que deu pra ter uma ideia do que tou falando, certo?

o e-comic DR. MCNINJA me faz pensar nessas coisas e, por que não?, em como as histórias em quadrinhos costumavam ser divertidas e agora nem tanto.

ele é um ninja de uma família de ninjas que estudou medicina. sua recepcionista é Judy, uma gorila e, em sua primeira aventura, descobrimos a doença de Paul Bunyan e o herói título, a cura.

na segunda somos apresentados à família McNinja: o patriarca, Dan; a mãe, Mitzi; o irmão mais novo, Sean. ficamos sabendo, também, como o clã McNinja surgiu na Irlanda, defendendo-se de piratas invasores num inverno gelado, usando como armas nada mais que trevos endurecidos e afiados pelas baixas temperaturas como se fossem shurikens. descobrimos, e talvez isso seja o mais importante, que um ninja japonês que passava por ali (sim, pela Irlanda… é, por acaso, bem naquele momento), decide treinar os irlandeses, pois ninjas são inimigos naturais de piratas (os irlandeses não entendiam japonês mas as intenções do mascarado ficaram claras porque… bom, o autor decidiu).

o troço todo é engraçado demais pra ser descrito só com palavras.

então…

se o texto aqui atingiu o objetivo cê não vai precisar de muito mais que um link pra seguir, certo?

vai lá.

daqueles

outro dia daqueles.

quase hora de desabar na cama até que não seja mais, o momento tenha passado, etcaetera…

eventos se desenrolando de modo atabalhoado.

roteiro iniciado e descontinuado; coisas demais acontecendo até pra reunir energia pra tuitar a respeito. depois de desmaiar ou morrer um pouquinho talvez seja capaz de conectar palavras a fim de simular ideias.

uma descrição que seja. um diálogo. uma observação bem humorada (!). qualquer coisa.

mas o cansaço (quatro dias de 20 horas de trabalho) tá pegando mais que o normal. mañana talvez nem tanto mas hoje me sinto incapacitado.

reclames: Léo Frey tem pelo menos duas ilus novas no blog que valem à pena ser conferidas e o Jorge de Barros escreve tiras de humor que Ton Albuquerque desenha e são publicadas no blog de ambos.