Arquivo da tag: hq

twilight e Joe

isso aqui é pros fãs dos livros e do filme. os primeiros parágrafos me fizeram gargalhar internamente madrugada a dentro.

este é pra quem leu os gibis do Jonah Hex da Vertigo e sente falta do senso de humor ERRADO do Lansdale.

aqui a primeira parte de TUMOR, ogn serializada pela amazon pra leitura no kindle. Fialkov e Tuazon mandam bem, vai lá olhar.

enjoy!

Anúncios

novamente outra vez

xeu contar sobre essa atividade de escrever: é chata depois de um tempo.

quando se é novo e inexperiente o bastante, a gente se deixa levar pelo entusiasmo e, no caso de acertar mais do que errar, a coluna positiva se deve à sorte ou ao talento (não o chocolate, tampouco a unidade monetária referida por Yasha na parábola bíblica) ou à uma conjunção de fatores que escapa da compreensão de quem tá completamente desperto (sim, isso tem mais de um sentido).

conversando com os partners no findi e a posteriori lendo a produção dum outro roteirista nacional que admiro me dei conta de quão pouco preparados somos pra escrever de verdade. sério. no gibi lido, não de todo mau, tinha um recordatório que, se pensado melhor, teria comunicado uma idéia clara e limpa. os valores de produção altíssimos, nesse caso, não compensam a fragilidade do roteiro e, embora goste do que o sujeito em questão escreve (pelo menos duas hqs curtas do cara, pra mim, são antológicas), a experiência dum gibi de vinte e poucas páginas foi frustrante.

tá na cara que o sujeito pegou todo tipo de coisa que mais lhe entusiasma nas hqs gringas e tentou aclimatá-las aos ‘tristes trópicos’. e errou feio. a arte não ajuda muito mas isso era de se esperar. o lance gráfico parecia decalque mal feito dum desenhista argentino que me gusta. a narrativa visual… bom, nem vale comentar.

nem todo bom ilustrador é um desenhista de quadrinhos adequado. por outro lado, vários desenhistas de quadrinhos, apesar de suas limitações e por causa delas, dão show no quesito narrativo e no uso da linguagem.

mas escrever… véio, escrever é um troço que demanda mais. entusiasmo é pouco, sorte e talento são instáveis, voláteis demais pra merecer confiança. disciplina é a chave.

só com a dita cuja, a que não se dá o devido crédito, é possível fazer diferente.

minha aproximação das hqs com a poesia não vem de hoje. como a poesia, as hqs são uma forma de falar sobre algo e, como qualquer forma, tem limites rígidos que só podem ser subvertidos se o fulano tiver conhecimento deles.

tem um ensaio em quadrinhos do Clowes que li há um ou dois anos (e que já devo ter mencionado aqui) muito, mas muito válido, mesmo pra quem não gosta do homme: só dá pra fazer um trampo legítimo nessa linguagem se cê ganhar experiência e amadurecer.

tempere o que vai acima com sal e limão antes de consumir.

Oy!

experimentando as possibilidades novas dessa coisinha.

http://labirinto.blogsome.com finalmente atualizado.

uma hq que li no começo do ano e gostei sendo publicada enquanto jogo conversa fora no http://4mundo.com.

mais dentro em breve, senhores.