Arquivo do mês: fevereiro 2014

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acompanhar TRUE DETECTIVE é a nova diversão aqui em casa.

gosto de assistir por causa do interplay das personagens, que acho muito bem feito, bem resolvido e é o que me interessa de fato, ver como essas “pessoas” se relacionam. a trama detetivesca é cada vez menos importante pra mim mas há alguns momentos esteticamente inspirados.

uma das coisas que pegam nesta e em outras séries “policiais” (HANNIBAL sendo o exemplo mais gritantemente absurdo) é que os assassinos não se atêm a cometer crimes, eles montam verdadeiras instalações de arte porque, sei lá, tem carência de expressar-se publicamente? querem um pouco do bom e velho reconhecimento? esperam aumentar o valor de suas outras peças? ou é uma vocação artística inspirada?

enfim, você já deve saber que esta é mais uma entrada sobre nada, sem razão de ser, e que precisa ser evitada a todo custo.

isso.

pode parar de ler agora e vá fazer algo, como atualizar seu facebook.

enfim, noutro dia uma de nossas jornalistas de cinema passou algumas referências recorrentes que aparecem nesta 1ª temporada de TRUE DETECTIVE, a saber: “An Inhabitant of Carcosa”, de Ambrose Bierce; THE KING IN YELLOW, de Robert M. Chambers; AS MIL E UMA NOITES; a obra do Hewllet Packard Lovecraft.

se você acha tudo isso por demais tedioso e prefere postar um novo selfie no instagram ou, sei lá, fotografar sua comida passada, presente ou futura para assombro e admiração geral de seus followers, talvez fique feliz em saber que um monte dessas referências podem ser encontradas, também, numa hq só: NEONOMICON, daquele inglês que deixou de ser amado pelos leitores de quadrinhos.

terminei quebrando o jejum e falando da porra das hqs (não que elas tenham, já que são meninas e tudo mais…) mas foda-se.