invisible

 

Convergência temática pouca é bobagem!

 

Percy Shelley e seu Ozimandias querem mandar um recado qualquer – e todas as implicações subjacentes – através do espaço-tempo.

 

Primeiro numa das missões de Jane Charlotte numa clínica de criostase em MACACOS MALVADOS; a seguir como personagem coadjuvante na segunda storyline de INVISÍVEIS e, por fim, na epígrafe de COLAPSO, de J.Diamond.

 

Apanhei minha cópia de seu livro de ensaios UMA DEFESA DA POESIA et al e fui procurar a edição de sua biografia, de André Maurois, traduzida pelo Bandeira. No processo terminei encontrando outra bio, de De Sade, que saiu colada na de Shelley.

 

Os dois em ARCADIA, interagindo direta ou indiretamente com K.M. e sua célula terrorista (?), ambos epítomes, cada qual a seu modo, do proto-libertarismo.

 

Associo a coisa toda com aquelas idéias de física e neurologia, princípio da incerteza e alucinação controlada… em INVISÍVEIS tudo é um jogo, a realidade é questionada a cada página e, justo agora, quando sozinho já consigo pensar e questionar –

 

Bom, vem essa sincronicidade. Coincidência mais significado.

 

Au revoir.

 

I’ll leave now, to become the invisible man.

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